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Alceu Valença

Colcha de Retalhos

Alceu Valença · Saudade de Pernambuco (2016)

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Compositor: Alceu Valença

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Letra completa

Eu vejo a vida como colcha de retalho

É amarelo, é encarnado, é azulão

Num dia ama, no outro me engana

Vem do mato, da fulô do imburana

Do azevém, do gravatá, do riachão


Eu vejo a vida como colcha de retalho

É amarelo, é encarnado, é azulão

Num dia ama, no outro me engana

Vem do mato, da fulô do imburana

Do azevém, do gravatá, do riachão


Descendo das capitanias, das confrarias

Dos obséquios, nasci vaca de presépio e desgarrei pra me salvar

Atropelando a hipocrisia, no dia a dia, no verso a verso

Já fui vaca de presépio e desgarrei pra me salvar

Descendo das capitanias


Eu vejo a vida como colcha de retalho

É amarelo, encarnado, azulão

Num dia ama, no outro me engana

Vem do mato, da fulô do imburana

Do azevém, do gravatá, do riachão


Revendo a vida como colcha de retalho

É amarelo, encarnado, azulão

Num dia ama, no outro me engana

Vem do mato, da fulô do imburana

Do azevém, do gravatá, do riachão

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