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Alceu Valença

Pot-Pourri: Luiz Gonzaga

Alceu Valença · Forró de Todos os Tempos (1998)

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Compositor: Alceu Valença

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Letra completa

Eu vou mostrar pra vocês

Como se dança o baião

E quem quiser aprender

É favor prestar atenção


Morena chegue pra cá

Bem junto ao meu coração

Agora é só me seguir

Pois eu vou dançar o baião


Eu já dancei, balancei

Chamego, samba em Xerém

Mas o baião tem um quê

Que as outras danças não têm

Quem quiser só dizer

Pois eu com satisfação

Vou dançar cantando o baião


Eu vou mostrar pra vocês

Como se dança o baião

E quem quiser aprender

É favor prestar atenção


Morena chegue pra cá

Bem junto ao meu coração

Agora é só me seguir

Pois eu vou dançar o baião


Eu já dancei no Pará

Toquei sanfona em Belém

Cantei lá no Ceará

E sei o que me convém

Quem quiser só dizer

Pois eu com satisfação

Vou dançar cantando o baião


Vem, morena, pros meus braços

Vem, morena, vem sambar

Quero ver tu remexendo

Quero ver tu requebrar


Quero ver tu remexendo

Resfulego da sanfona

Inté que o sol raiar

Quero ver tu remexendo

Resfulego da sanfona

Inté que o sol raiar


Esse teu fungado quente

Bem no pé do meu pescoço

Arrepia o corpo da gente

Faz o véio ficar moço

E o coração de repente

Deixa o sangue em alvoroço


Vem, morena, pros meus braços

Vem, morena, vem sambar

Quero ver tu remexendo

Quero ver tu requebrar


Quero ver tu remexendo

Resfulego da sanfona

Inté que o sol raiar

Quero ver tu remexendo

Resfulego da sanfona

Inté que o sol raiar


Esse teu fungado quente

Bem no pé do meu pescoço

Arrepia o corpo da gente

Faz o véio ficar moço

E o coração de repente

Deixa o sangue em alvoroço


Vem, morena, pros meus braços

Moreninha, vem sambar

Quero ver tu remexendo

Quero ver tu requebrar


Quero ver tu remexendo

Resfulego da sanfona

Inté que o sol raiar

Quero ver tu remexendo

Resfulego da sanfona

Inté que o sol raiar


Esse teu fungado quente

Bem no pé do meu pescoço

Arrepia o corpo da gente

Faz o véio ficar moço

E o coração de repente

Deixa o sangue em alvoroço


A ema gemeu no tronco do juremar

A ema gemeu no tronco do juremar


Foi um sinal bem triste, morena

Fiquei a imaginar

Será que é o nosso amor, morena

Que vai se acabar?


Você bem sabe, que a ema quando canta

Traz no meio do seu canto um bocado de azar


Eu tenho medo, morena, eu tenho medo

É muito cedo, muito cedo meu benzinho

Pra essa amor acabar

Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar

Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar


Falam que a ema gemeu no tronco do juremar

A ema gemeu no tronco do juremar


Foi um sinal bem triste, morena

Fiquei a imaginar

Será que é o nosso amor, morena

Que vai se acabar?


Você bem sabe, que a ema quando canta

Traz no meio do seu canto um bocado de azar


Eu tenho medo, morena, eu tenho medo

É muito cedo, muito cedo meu benzinho

Pra essa amor acabar

Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar

Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar


Você bem sabe, que a ema quando canta

Traz no meio do seu canto um bocado de azar


Eu tenho medo, morena, eu tenho medo

É muito cedo, muito cedo meu benzinho

Pra essa amor acabar

Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar


Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar

Vem morena, vem, vem, vem

Me beijar, me beijar

Dá um beijo, dá um beijo

Pra esse medo

Se acabar

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