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Amelinha

Terral

Amelinha · Pessoal do Ceará (2002)

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Compositor: Ednardo, Amelinha, Belchior

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Letra completa

Eu venho das dunas brancas

Da onde eu queria ficar

Deitando os olhos cansados

Por onde a vida alcançar


Meu céu é pleno de paz

Sem chaminés ou fumaça

No peito enganos mil

Na Terra é pleno abril

No peito enganos mil

Na Terra é pleno abril


Eu tenho a mão que aperreia

Tenho o sol e areia

Sou da América, sul da América

South America


Eu sou a nata do lixo

Sou do luxo da aldeia

Eu sou do Ceará


Aldeia, Aldeota

Estou batendo na porta pra lhe aperriar

Pra lhe aperriar, pra lhe aperriar


Eu sou a nata do lixo

Sou do luxo da aldeia

Sou do Ceará


A Praia do Futuro

O farol velho e o novo

Os olhos do mar

São os olhos do mar

Os olhos do mar


O velho que apagado

O novo que espantado

O vento a vida espalhou

Luzindo na madrugada

Braços, corpos suados

Na praia fazendo amor


Eu venho das dunas brancas

De onde eu queria ficar

Deitando os olhos cansados

Por onde a vida alcançar


Meu céu é pleno de paz

Sem chaminés ou fumaça

No peito enganos mil

Na Terra é pleno abril

No peito enganos mil

Na Terra é pleno abril


Eu tenho a mão que aperreia

Tenho o sol e areia

Sou da América, sul da América

South America


Eu sou a nata do lixo

Sou do luxo da aldeia

Eu sou do Ceará


Aldeia, Aldeota

Estou batendo na porta pra lhe aperriar

Pra lhe aperriar, pra lhe aperriar


Eu sou a nata do lixo

Sou do luxo da aldeia

Sou do Ceará


A Praia do Futuro

O farol velho e o novo

Os olhos do mar

São os olhos do mar

Os olhos do mar


O velho que apagado

O novo que espantado

O vento a vida espalhou

Luzindo na madrugada

Braços, corpos suados

Na praia fazendo amor

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