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Alceu Valença

Bobo da Corte - Ao Vivo

Alceu Valença · Oropa, França e Bahia (Ao Vivo) (1989)

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Compositor: Alceu Valença

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Letra completa

Nem todo o beijo é pecado

Nem toda fruta é maçã

Nem todo réu é culpado

Nem toda culpa é cristã

Nem toda carta é marcada

Nem toda lente é ray-ban

E nem toda noite é noitada

Nem toda luz é manhã


Nem todo o beijo é pecado

Nem toda fruta é maçã

Nem todo réu é culpado

Nem toda culpa é cristã

Mas nem toda carta é marcada

Nem toda lente é ray-ban

E nem toda noite é noitada

Nem toda luz é manhã


Por isso eu exijo respeito

Por teu desmantelo

Teus olhos vermelhos

Se vendo no espelho

E querendo voar


Por isso eu exijo respeito

Por tuas palavras

Na boca da noite

Na boca do bobo da corte


E nem todo o beijo é pecado

Nem toda fruta é maçã

Nem todo réu é culpado

Nem toda culpa é cristã

Ói, nem toda carta é marcada

Nem toda lente é ray-ban

E nem toda noite é noitada

Nem toda luz é manhã


Por isso eu exijo respeito

Por teu desmantelo

Seus olhos vermelhos

Se vendo no espelho

E querendo voar


Por isso eu exijo respeito

Por tuas palavras

Na boca da noite

Na boca do bobo da corte

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