About Us
O forrozinho é idealizado, desenvolvido e mantido por uma única pessoa: Edgard Bernardino. Todo o código, design, curadoria de conteúdo e redes sociais passam pelas mesmas mãos — por enquanto.
Sou carioca e frequento o forró assiduamente desde 2003. O que mais me encanta na dança não é o passo: é poder mudar de rumo no meio dele e encontrar a outra pessoa no caminho. Para mim, forró é encontro, escuta e presença.
Profissionalmente, trabalho como analista de sistemas e sou graduando em Psicologia — duas áreas que, juntas, me ajudam a entender tanto a tecnologia quanto as pessoas que ela pode servir.
Por que o forrozinho existe
A cena do forró é enorme, viva e espalhada. Mas quem quer encontrar um evento hoje, descobrir uma banda nova, saber onde tem aula de dança ou ouvir a letra de um xote clássico precisa garimpar em dezenas de perfis, grupos e sites diferentes.
O forrozinho nasceu para resolver isso: reunir em um lugar só a agenda de eventos, o mapeamento de bandas, músicos, DJs, escolas de dança, professores, álbuns, letras de músicas, festivais e guias de cidades.
A agenda, hoje, é só do Rio de Janeiro. É a única cidade que eu consigo conferir evento por evento — e agenda que ninguém confere não serve para nada. O resto do site já não tem essa fronteira: bandas e músicos de vários estados, além de álbuns, letras e guias de cidades. A intenção é levar a agenda a outras cidades também, em seis idiomas, uma de cada vez — conforme der para manter o mesmo cuidado.
Entender a cena do Rio
O forrozinho também nasceu de uma pergunta: por que a cena do Rio é tão diferente da de São Paulo?
Lá a cultura do forró está tão firme que acontecem vários forrós na mesma noite — e todos eles conseguem ter bom público. Aqui a coisa se arrasta um pouco mais: um forró demora para se firmar, e ganhar gente nova custa.
Não tenho a resposta, e desconfio que ninguém tenha sozinho. Mas ela começa por enxergar o todo — quantos forrós acontecem por noite, em que bairros, que dias estão vazios, quem toca onde. É por isso que a agenda é o coração do site: ela é o retrato que faltava para a gente conversar sobre a própria cena.
São duas perguntas que eu queria fazer junto com quem frequenta:
- o que dá para melhorar e integrar no Rio para essa cultura crescer?
- o que podemos fazer, como comunidade, para nos organizarmos melhor?
Se você tem uma resposta, uma ideia ou uma discordância, me escreva. Essa parte do projeto não é código — é conversa.
O que torna isso possível
Este portal não existiria sem inteligência artificial — e não como enfeite. É ela, somada ao conhecimento técnico que trago de anos como analista de sistemas, que permite a uma pessoa só manter a cobertura que o site tem.
Todo dia um robô lê os perfis das casas e dos artistas, e a IA lê o flyer e a legenda para tirar dali o que interessa: data, horário, local, preço, quem toca. Mas o que ela encontra chega como proposta, não como publicação. A curadoria é humana e é minha: nenhum evento aparece na agenda sem alguém ter olhado. A IA faz o trabalho de garimpar e ler; a decisão de publicar continua sendo de uma pessoa.
E automação erra. Um flyer com a data em letra estilizada, um horário que mudou depois do post, uma casa com dois endereços — isso acontece, e vai continuar acontecendo. Por isso vale dizer com todas as letras: pode haver informação errada no site. Se você encontrar alguma, me avise pelo formulário de contato — é o caminho mais direto de falar comigo, e é correção de quem lê que mantém a agenda confiável.
Uma tarefa árdua — e um convite
Construir tudo isso sozinho é difícil. Cada página, cada funcionalidade, cada tradução é um tijolo colocado com cuidado. Mas forró sempre foi assim: alguém puxa a sanfona e o resto aparece.
Se você quer contribuir — sugerindo um evento, corrigindo uma informação, indicando uma banda ou simplesmente espalhando o forrozinho por aí — a porta está aberta. O forró é nosso, e esse projeto também pode ser.