Compositor: Falamansa, Enok Virgulino, Dió Araújo, Luiz Mário da Conceição Barbosa
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La traducción al español está debajo de la letra en portugués
Letra completa
Ei!
Por ser de lá
Do sertão, lá do cerrado
Lá do interior do mato
Da caatinga e do roçado
Eu quase não saio
Eu quase não tenho amigos
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado
Ei! Sávio forró!
Vai, forró!
Por ser de lá (oxente)
Na certa, por isso mesmo (vai, Dió)
Não gosto de cama mole
Não sei comer sem torresmo
Eu quase não falo
Eu quase não sei de nada
Sou como rês desgarrada
Nessa multidão, boiada caminhando a esmo (arrocha!)
É! Oi!
Fola essa criança, Enok
Ave Maria, meu rei! Oh-hoi!
Venha cá, venha cá, Dió!
Vamos arrasar, meu rei!
Por ser de lá
Do sertão, lá do cerrado
Lá do interior do mato
Da caatinga, do roçado (vai, meu rei!)
Eu quase não saio (oxente!)
Eu quase não tenho amigo (venha cá, Dió)
E eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado (vixe, Maria!)
Oi! (Ei!)
Traducción
¡Oye!
Por ser de allá
Del sertón, allá del campo
Allá del interior del monte
De la caatinga y del sembrado
Apenas salgo
Apenas tengo amigos
Apenas logro
Quedarme en la ciudad sin sentirme contrariado
¡Oye! ¡Sávio forró!
¡Dale, forró!
Por ser de allá (¡caramba!)
Seguro, por eso mismo (dale, Dió)
No me gustan las camas blandas
No sé comer sin chicharrón
Apenas hablo
Apenas sé nada
Soy como res extraviada
En esta multitud, manada caminando sin rumbo (¡aprieta!)
¡Sí! ¡Oi!
Mueve a este niño, Enok
¡Ave María, mi rey! ¡Oh-hoi!
¡Ven aquí, ven aquí, Dió!
¡Vamos a arrasar, mi rey!
Por ser de allá
Del sertón, allá del campo
Allá del interior del monte
De la caatinga, del sembrado (¡dale, mi rey!)
Apenas salgo (¡caramba!)
Apenas tengo amigos (ven aquí, Dió)
Y apenas logro
Quedarme en la ciudad sin sentirme contrariado (¡vaya, María!)
¡Oi! (¡Oye!)