Saltar al contenido
ESC Cerrar  ·  Ctrl+K Buscar
Menú
Zito Borborema

As Coisas Mais Lindas do ParáLas Cosas Más Lindas de Pará

Zito Borborema · Mensagem do Nordeste Mensaje del Nordeste (1972)

Compartir: 0
0

Compositor: Zito Borborema

Suscriptores de Spotify escuchan la canción completa. Sin suscripción, solo un preview.

Las traducciones son generadas por inteligencia artificial y pueden contener imprecisiones — especialmente con expresiones culturales brasileñas, jerga regional y frases cortas, donde es difícil para la IA entender el contexto. Aun así, esperamos que te ayude a seguir la música. Si encuentras algo que pueda mejorarse, contáctanos!

La traducción al español está debajo de la letra en portugués

Letra completa

Eu já falei de Belém

De Belém do Pará

Do Pará não falei

Das coisas lindas

De lá


Eu já falei de Belém

De Belém do Pará

Do Pará não falei

Das coisas lindas

De lá


Não falei do solo mais

Quente que há

Não falei da Lua

Mais bela que tem


Do Rio Amazonas

Colosso de lá

Parajá, Marajó

Monumentos também


Dos seu seringais e da

Chuvinha gostosa

Que tem hora certa

Isto é coisa de lá!


Catinga de mulata

A erva cheirosa que

Perfuma a morena

Que tem no Pará


Eu já falei de Belém

De Belém do Pará

Do Pará não falei

Das coisas lindas

De lá


Eu já falei de Belém

De Belém do Pará

Do Pará não falei

Das coisas lindas

De lá


Lá de Salva-Terra

Também vou falar

Pedaço de Soure

Onde eu fui morar


Do Chapeu-Virado

Praia lá do Mosqueiro

Aonde eu passava

O domingo inteiro


Voltando a Belém

Não esqueço a Condor

Rua famosa do Rio Guamá

Telégrafo, Souza Pedreira

Também, onde fiz muitas farras

Em noites de além


Não falei do solo mais

Quente que há

Não falei da Lua

Mais bela que tem


Do Rio Amazonas

Colosso de lá

Parajá, Marajó

Monumentos também


Dos seu seringais e da

Chuvinha gostosa

Que tem hora certa

Isto é coisa de lá!


Catinga de mulata

A erva cheirosa que

Perfuma a morena

Que tem no Pará


Eu já falei de Belém

De Belém do Pará

Do Pará não falei

Das coisas lindas

De lá


Eu já falei de Belém

De Belém do Pará

Do Pará não falei

Das coisas lindas

De lá


Lá de Salva-Terra

Também vou falar

Pedaço de Soure

Onde eu fui morar


Do Chapeu-Virado

Praia lá do Mosqueiro

Aonde eu passava

O domingo inteiro


Voltando a Belém

Não esqueço a Condor

Rua famosa do Rio Guamá

Telégrafo, Souza, Pedreira

Também, onde fiz muitas farras

Em noites de além

Traducción

Ya he hablado de Belém

De Belém do Pará

No he hablado de Pará

De las cosas hermosas

De allí


Ya he hablado de Belém

De Belém do Pará

No he hablado de Pará

De las cosas hermosas

De allí


No he hablado del suelo más

Caliente que hay

No he hablado de la Luna

Más bella que tiene


Del Río Amazonas

Coloso de allá

Parajá, Marajó

Monumentos también


De sus seringales y de la

Lluviecita sabrosa

Que tiene hora cierta

¡Esto es cosa de allá!


Catinga de mulata

La hierba olorosa que

Perfuma a la morena

Que tiene en Pará


Ya he hablado de Belém

De Belém do Pará

No he hablado de Pará

De las cosas hermosas

De allí


Ya he hablado de Belém

De Belém do Pará

No he hablado de Pará

De las cosas hermosas

De allí


Allá de Salva-Terra

También voy a hablar

Pedaço de Soure

Donde fui a vivir


De Chapeu-Virado

Playa allá de Mosqueiro

A donde pasaba

El domingo entero


Volviendo a Belém

No olvido a Condor

Calle famosa del Río Guamá

Telégrafo, Souza Pedreira

También, donde hice muchas juergas

En noches de más allá


No he hablado del suelo más

Caliente que hay

No he hablado de la Luna

Más bella que tiene


Del Río Amazonas

Coloso de allá

Parajá, Marajó

Monumentos también


De sus seringales y de la

Lluviecita sabrosa

Que tiene hora cierta

¡Esto es cosa de allá!


Catinga de mulata

La hierba olorosa que

Perfuma a la morena

Que tiene en Pará


Ya he hablado de Belém

De Belém do Pará

No he hablado de Pará

De las cosas hermosas

De allí


Ya he hablado de Belém

De Belém do Pará

No he hablado de Pará

De las cosas hermosas

De allí


Allá de Salva-Terra

También voy a hablar

Pedaço de Soure

Donde fui a vivir


De Chapeu-Virado

Playa allá de Mosqueiro

A donde pasaba

El domingo entero


Volviendo a Belém

No olvido a Condor

Calle famosa del Río Guamá

Telégrafo, Souza, Pedreira

También, donde hice muchas juergas

En noches de más allá

Más letras de Zito Borborema

Todas las letras de Zito Borborema

Otros artistas