Compositor: Zito Borborema
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Letra completa
Eu já falei de Belém
De Belém do Pará
Do Pará não falei
Das coisas lindas
De lá
Eu já falei de Belém
De Belém do Pará
Do Pará não falei
Das coisas lindas
De lá
Não falei do solo mais
Quente que há
Não falei da Lua
Mais bela que tem
Do Rio Amazonas
Colosso de lá
Parajá, Marajó
Monumentos também
Dos seu seringais e da
Chuvinha gostosa
Que tem hora certa
Isto é coisa de lá!
Catinga de mulata
A erva cheirosa que
Perfuma a morena
Que tem no Pará
Eu já falei de Belém
De Belém do Pará
Do Pará não falei
Das coisas lindas
De lá
Eu já falei de Belém
De Belém do Pará
Do Pará não falei
Das coisas lindas
De lá
Lá de Salva-Terra
Também vou falar
Pedaço de Soure
Onde eu fui morar
Do Chapeu-Virado
Praia lá do Mosqueiro
Aonde eu passava
O domingo inteiro
Voltando a Belém
Não esqueço a Condor
Rua famosa do Rio Guamá
Telégrafo, Souza Pedreira
Também, onde fiz muitas farras
Em noites de além
Não falei do solo mais
Quente que há
Não falei da Lua
Mais bela que tem
Do Rio Amazonas
Colosso de lá
Parajá, Marajó
Monumentos também
Dos seu seringais e da
Chuvinha gostosa
Que tem hora certa
Isto é coisa de lá!
Catinga de mulata
A erva cheirosa que
Perfuma a morena
Que tem no Pará
Eu já falei de Belém
De Belém do Pará
Do Pará não falei
Das coisas lindas
De lá
Eu já falei de Belém
De Belém do Pará
Do Pará não falei
Das coisas lindas
De lá
Lá de Salva-Terra
Também vou falar
Pedaço de Soure
Onde eu fui morar
Do Chapeu-Virado
Praia lá do Mosqueiro
Aonde eu passava
O domingo inteiro
Voltando a Belém
Não esqueço a Condor
Rua famosa do Rio Guamá
Telégrafo, Souza, Pedreira
Também, onde fiz muitas farras
Em noites de além
Traducción
Ya he hablado de Belém
De Belém do Pará
No he hablado de Pará
De las cosas hermosas
De allí
Ya he hablado de Belém
De Belém do Pará
No he hablado de Pará
De las cosas hermosas
De allí
No he hablado del suelo más
Caliente que hay
No he hablado de la Luna
Más bella que tiene
Del Río Amazonas
Coloso de allá
Parajá, Marajó
Monumentos también
De sus seringales y de la
Lluviecita sabrosa
Que tiene hora cierta
¡Esto es cosa de allá!
Catinga de mulata
La hierba olorosa que
Perfuma a la morena
Que tiene en Pará
Ya he hablado de Belém
De Belém do Pará
No he hablado de Pará
De las cosas hermosas
De allí
Ya he hablado de Belém
De Belém do Pará
No he hablado de Pará
De las cosas hermosas
De allí
Allá de Salva-Terra
También voy a hablar
Pedaço de Soure
Donde fui a vivir
De Chapeu-Virado
Playa allá de Mosqueiro
A donde pasaba
El domingo entero
Volviendo a Belém
No olvido a Condor
Calle famosa del Río Guamá
Telégrafo, Souza Pedreira
También, donde hice muchas juergas
En noches de más allá
No he hablado del suelo más
Caliente que hay
No he hablado de la Luna
Más bella que tiene
Del Río Amazonas
Coloso de allá
Parajá, Marajó
Monumentos también
De sus seringales y de la
Lluviecita sabrosa
Que tiene hora cierta
¡Esto es cosa de allá!
Catinga de mulata
La hierba olorosa que
Perfuma a la morena
Que tiene en Pará
Ya he hablado de Belém
De Belém do Pará
No he hablado de Pará
De las cosas hermosas
De allí
Ya he hablado de Belém
De Belém do Pará
No he hablado de Pará
De las cosas hermosas
De allí
Allá de Salva-Terra
También voy a hablar
Pedaço de Soure
Donde fui a vivir
De Chapeu-Virado
Playa allá de Mosqueiro
A donde pasaba
El domingo entero
Volviendo a Belém
No olvido a Condor
Calle famosa del Río Guamá
Telégrafo, Souza, Pedreira
También, donde hice muchas juergas
En noches de más allá