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Luiz Gonzaga

No Ceará Não Tem Disso NãoEn Ceará No Hay de Eso

Luiz Gonzaga · 50 anos de chão 50 Años de Camino (1996)

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Compositor: Luiz Gonzaga

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Las traducciones son generadas por inteligencia artificial y pueden contener imprecisiones — especialmente con expresiones culturales brasileñas, jerga regional y frases cortas, donde es difícil para la IA entender el contexto. Aun así, esperamos que te ayude a seguir la música. Si encuentras algo que pueda mejorarse, contáctanos!

La traducción al español está debajo de la letra en portugués

Letra completa

Tenho visto tanta coisa

Nesse mundo de meu Deus

Coisas que prum cearense

Não existe explicação

Qualquer pinguinho de chuva

Fazer uma inundação

Moça se vestir de cobra

E dizer que é distração


Vocês cá da capital

Me adesculpe esta expressão


No Ceará não tem disso não

Não tem disso não, não tem disso não

No Ceará não tem disso não

Não tem disso não, não tem disso não

Não, não, não

No Ceará não tem disso não

Não, não, não

No Ceará não tem disso não


Nem que eu fique aqui dez anos

Eu não me acostumo não

Tudo aqui é diferente

Dos costumes do sertão

Num se pode comprar nada

Sem topar com tubarão

Vou voltar pra minha terra

No primeiro caminhão


Vocês vão me adesculpar

Mas arrepito essa expressão


No Ceará não tem disso não

Não tem disso não, não tem disso não

No Ceará não tem disso não

Não tem disso não, não tem disso não

Não, não, não

No Ceará não tem disso não

Não, não, não

No Ceará não tem disso não

Traducción

He visto tantas cosas

En este mundo de mi Dios

Cosas que para un cearense

No tienen explicación

Cualquier gotita de lluvia

Causar una inundación

Muchacha vestirse de serpiente

Y decir que es distracción


Ustedes aquí de la capital

Discúlpenme esta expresión


En Ceará no hay de eso no

No hay de eso no, no hay de eso no

En Ceará no hay de eso no

No hay de eso no, no hay de eso no

No, no, no

En Ceará no hay de eso no

No, no, no

En Ceará no hay de eso no


Ni aunque me quede aquí diez años

Yo no me acostumbro no

Todo aquí es diferente

De las costumbres del sertão

No se puede comprar nada

Sin toparse con un tiburón

Voy a volver a mi tierra

En el primer camión


Ustedes me van a disculpar

Pero repito esa expresión


En Ceará no hay de eso no

No hay de eso no, no hay de eso no

En Ceará no hay de eso no

No hay de eso no, no hay de eso no

No, no, no

En Ceará no hay de eso no

No, no, no

En Ceará no hay de eso no

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