Composer: Adelmario Coelho
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The English translation is below the Portuguese lyrics
Full lyrics
O Cabôco Marcolino
Desde o tempo de menino
Já trazia o seu destino
Na palma da sua mão
Ai que saudade imprudente
Minha crença está descrente
Sabiá na seca sente
Falta do pássaro Carão
Da fulô de Cumaru
Eu faço um buquê pra tu
No trem pra Caruaru
Vou cantando eu quero chá
Recordando o Ceará
Lembro casa de cabôco
E a sala de reboco
Teu cantim de namorar
Na cantiga de vem-vem
Somente tristeza tem
Flor rainha lembra quem
Tirou fogo sem fuzil
Serrote agudo sem gado
E o matuto aperreado
Por não ter mais ao seu lado
Quem decantou o Brasil
Cacimba nova já tá
Quase a ponto de secar
Já não dá mais pra botar
Severina pra moer
Salão de barro batido
Foi tão pisado e querido
E hoje tão esquecido
Ta tudo lembrando você
Ai, poeta, Zé Marcolino, menino
Me diz aonde é que você está
Ai saudade, Zé Marcolino, amigo meu
Você não morreu
Somente mudou de lugar
Translation
The Cabôco Marcolino
Since he was a boy
Already carried his destiny
In the palm of his hand
Oh, what imprudent longing
My belief is disbelieving
The Sabiá in the drought feels
The absence of the Carão bird
From the Cumaru flower
I make a bouquet for you
On the train to Caruaru
I go singing "I want tea"
Remembering Ceará
I recall the countryman's house
And the plastered room
Your little corner for romance
In the "vem-vem" song
There is only sadness
Queen flower remembers who
Drew fire without a rifle
Sharp saw without cattle
And the distressed countryman
For not having by his side anymore
The one who extolled Brazil
The new waterhole is already
Almost about to dry up
It's no longer enough to put
Severina to grind
The beaten earth dance hall
Was so trodden and loved
And today so forgotten
Everything reminds me of you
Oh, poet, Zé Marcolino, boy
Tell me where you are
Oh longing, Zé Marcolino, my friend
You didn't die
You only moved place